Estufa Fria/greenhouse Cold
18-11-2015 20:07

A Estufa Fria é um jardim em estufa situado no Parque Eduardo VII, entre a Alameda Engenheiro Edgar Cardoso e a Alameda Cardeal Cerejeira em Lisboa.

O seu nome provém de ter sido pensada como uma zona de abrigo de plantas diversas e de não ser usado um sistema de aquecimento (na zona fria).
Com cerca de 1,5 hectares de área, é constituída por três partes, a Estufa Fria propriamente dita, a Estufa Quente e a Estufa Doce. A área fria, a maior das três com cerca de 8100 m², é coberta com um ripado demadeira que controla de forma natural a temperatura e a luz no interior. Alberga espécies como a azálea (Rhododendron) e cameleiras (Camellia japonica), provenientes de diversos pontos do globo.

A zona da Estufa Quente ocupa cerca de 3000 m² e alberga espécies tropicais como o cafeeiro (Coffea) ou a mangueira (Mangifera indica).
A Estufa Doce possui espécies pertencentes à família das Cactaceae, e outras plantas suculentas, como o aloé (Aloe vera).

Toda a Estufa é ornamentada com pequenos lagos e cascatas e também obras de estatuária.
A Estufa Fria foi inaugurada em 1933, sendo o resultado de um projecto idealizado pelo arquitecto Raul Carapinha. Foi construída sobre uma zona de antiga extracção de basalto, actividade interrompida após a descoberta de uma nascente de água no local.

A Estufa sofreu uma remodelação, que acompanhou a remodelação do Parque Eduardo VII, nos anos 40 com a construção do lago à entrada e uma enorme sala, a chamada nave, onde ainda hoje se realizam vários tipos de eventos.
Em 1975 duas novas secções abriram, a Estufa Quente e a Estufa Doce, expandindo a colecção botânica para incluir espécies tropicais e equatoriais.

A designação "Estufa Fria" provém do facto de não utilizar qualquer sistema de aquecimento. As ripas de madeira que a cobrem protegem as plantas das temperaturas excessivamente frias ou quentes.
Do património artístico da Estufa fazem parte estátuas de Soares Branco, Leopoldo de Almeida e Anjos Teixeira (filho). Quanto ao pórtico da entrada, trata-se de um projecto de Keil do Amaral.
The Cold Greenhouse is a garden in greenhouse located in the Parque Eduardo VII, between Alameda engineer Edgar Cardoso and Alameda Cardinal Cherry in Lisbon.
The name comes being designed as a zone under various plants and not use a heating system (in the cold zone).

With about 1.5 hectares, it consists of three parts, the Cold Greenhouse itself, the Greenhouse Hot and Sweet Greenhouse. The cold area, the largest of the three approximately 8100 m², is covered with a slatted demadeira naturally controlling temperature and light inside. Home to species such as azalea (Rhododendron) and camellias (Camellia japonica), coming from different parts of the world.

The Zone Greenhouse Hot occupies about 3000 square meters and is home to tropical species such as coffee (Coffea) or mango (Mangifera indica).
The Greenhouse Sweet has species belonging to the family of Cactaceae and other succulent plants such as aloe (Aloe vera).

The whole greenhouse is studded with small lakes and waterfalls as well as works of statuary.
The Cold Greenhouse was inaugurated in 1933 as the result of a project designed by architect Raul Carapinha. It was built on an area of old basalt extraction, disrupted activity upon the discovery of a water source in place.
The Greenhouse underwent a remodeling that accompanied the remodeling of Parque Eduardo VII, in the '40s with the construction of the lake at the entrance and a huge living room, the ship call, which today are held various events.
In 1975 two new sections opened, the oven Hot and Sweet Greenhouse, expanding the botanical collection to include tropical and equatorial species.

The term "Cold Greenhouse" comes from the fact that you do not use any heating system. The wooden slats that cover protect plants from excessively hot or cold temperatures.
The artistic heritage of the Greenhouse are part White Soares statues, Leopoldo de Almeida Teixeira and Angels (child). As the porch of entry, it is a draft Keil do Amaral.
